Agroecologia no Brasil: História, Princípios e Práticas
Por Manoel Baltasar Baptista da Costa
Não existe forma de produção neutra na agricultura. Tanto a agricultura convencional, baseada em fertilizantes químicos e agrotóxicos, quanto a agroecologia, que respeita os processos naturais, são reflexos de modelos sociais que valorizam o lucro ou a vida.
Na obra, fica evidente a priorização das grandes monoculturas, dos latifundiários e da indústria do veneno, ao mesmo tempo que prejudica os trabalhadores e as comunidades.
Nesse contexto, a agroecologia torna-se urgente e é apresentada como uma forma de respeitar os limites do planeta e oferecer a eficiência produtiva e energética tão necessária e deficitária no modelo chamado convencional.
A agroecologia coloca em pauta a necessidade de se instituir formas mais justas de distribuição de alimentos e da renda.
Também fica evidente a grande mentira que é o discurso do agronegócio, quando são desmistificados os argumentos da eficácia da agricultura convencional ao ficarem evidentes suas contradições econômicas, energéticas e socioculturais, em comparação à agroecologia.
Leitura obrigatória para quem se importa com sua saúde e com a preservação da vida no planeta.
Um roteiro de leituras é sempre algo pretensioso, já que algo que agrada a um pode não ser o que agrade a outro. Mas, como pai de duas leitoras que já se aventuravam por esse mundo na barriga da mãe, eu me permito arriscar. Indicar livros não é fácil, mas, espero fisgar a atenção de duas jovens que se lançam em um mundo tão desafiador. Espero que as sinopses consigam chamar sua atenção e de quem mais se interessar. São histórias que gostaria de compartilhar.

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